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Auxílio-acidente

Você provavelmente conhece o auxílio-doença, aquele benefício que a pessoa recebe do INSS quando não se encontra capaz para trabalhar. Muitos se referem a este benefício como “perícia”. “Tô encostado na perícia do INSS”.
Mas agora vamos tratar de outro: o auxílio-acidente.

Vamos a um exemplo prático para explicá-lo: João está andando na rua e sofre um acidente qualquer (não precisa ser um acidente de trabalho, mas, se for, também vale). Em razão desse acidente, fica afastado do trabalho por 06 meses.

Nesse período de afastamento, fica recebendo o auxílio-doença. Quando se recupera, o auxílio-doença acaba e João tem que retornar ao trabalho, volta a receber seu salário, mas verifica que não está 100%. Por mais que consiga trabalhar, ele não consegue mais executar suas funções da mesma forma, tendo em vista as sequelas do acidente que sofreu.

Diante disso, temos que João está capaz para o trabalho, mas não consegue desempenhar suas funções da mesma forma que antes. É aí que entra o auxílio-acidente.

O auxílio-acidente serve como uma indenização, paga pelo INSS, para compensar João que não vai mais conseguir trabalhar no mesmo ritmo, com a mesma intensidade, da mesma forma que antes.

Valor deste benefício: Será 50% do que João recebia enquanto “estava na perícia”, isto é, recebendo auxílio-acidente.

A vantagem desse benefício é que a pessoa pode recebê-lo até se aposentar pelo INSS e não precisa parar de trabalhar.

Caso você se enquadre nessa situação e tenha dúvidas, nós teremos o prazer em lhe ajudar.

Autor: Pedro Nicolazzi
Advogado especialista em direito previdenciário

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